Escola Amador Bueno
O arquivo registra alunos utilizando os livros em trabalho literário e destaca o trabalho do professor Antonio Gimenez na formação da biblioteca escolar.
UMA HISTÓRIA ESCRITA TAMBÉM POR QUEM LEU
Pessoas, professores, escritores, incentivadores e escolas que ficaram registrados nos antigos sites de Celso.
O arquivo registra alunos utilizando os livros em trabalho literário e destaca o trabalho do professor Antonio Gimenez na formação da biblioteca escolar.
Com apoio de Sandra Alvarenga, estudantes da escola tiveram contato com os trabalhos de Celso.
As antigas galerias e plataformas digitais também registraram leitores que conheceram as histórias fora da região de Penápolis e fora do Brasil.
PRESERVAÇÃO RESPONSÁVEL
O antigo site contém muitas fotografias de crianças e leitores. Mantivemos as histórias literárias e os registros que ajudam a explicar a trajetória do autor, sem republicar indiscriminadamente todos os rostos.
MURAL
O antigo site registra que leu os livros de Celso e questionou o desfecho da então trilogia de Regis. Esse entusiasmo ajudou a incentivar o autor a imaginar uma nova continuação.
O arquivo de Celso a apresenta como uma grande incentivadora da chegada dos livros às escolas.
Foi responsável por aproximar os trabalhos do autor dos alunos da E.E. Marlene Martins Reis, em Pratinha, Minas Gerais.
Professor da Escola Amador Bueno, em Ipaussu, e responsável por um projeto de arrecadação de livros de escritores nacionais para a biblioteca escolar.
O acervo recorda uma amizade que atravessou infância, trabalho, teatro e o grupo de jovens J.A.M. José Fernandes também criou homenagens musicais para Celso.
Aparece na antiga galeria como escritora, poeta, advogada e integrante do grupo Doutores do Coração.
Registrado na antiga galeria como escritor, compositor e pesquisador de filosofia.
O antigo site recorda sua produção literária e o lançamento de A Villa dos Cortiços no 3º Flipen.
Virou personagem de uma pequena lembrança do autor: Celso enviou Menino Anjo pelo correio e só depois percebeu que havia esquecido o autógrafo.
O arquivo registra sua leitura de Menino Anjo e Anjo da Cara Suja.
Registrada no antigo acervo como professora e leitora dos trabalhos de Celso.
Uma das educadoras lembradas na antiga galeria de leitores.
O site antigo registra a leitura de Menino Anjo e Anjo da Cara Suja.
Registrado como leitor dos dois primeiros volumes da série Regis.
Representa uma fase em que a internet começou a permitir que as histórias fossem lidas em formato eletrônico.
Professora aposentada de Pratinha, aparece no arquivo associada à leitura de Anjo da Cara Suja e Regis Um Menino no Espaço.
O arquivo pessoal a apresenta como alguém que acompanhava de perto os contos e estava entre os primeiros leitores das histórias.
As galerias preservavam dezenas de alunos e jovens leitores. O novo site mantém essa memória de forma coletiva, evitando republicar indiscriminadamente fotografias identificáveis de crianças.